Sou um dirigente; preciso de me formar em IA?
A inteligência artificial deixou de ser uma promessa tecnológica para se tornar uma realidade estratégica da qual muitas empresas podem tirar partido e já estão a tirar. No entanto, a integração destas ferramentas requer formação e especialização para com
A inteligência artificial deixou de ser uma promessa tecnológica para se tornar uma realidade estratégica da qual muitas empresas podem tirar partido e já estão a tirar. No entanto, a integração destas ferramentas requer formação e especialização para as compreender e poder aplicá-las de forma eficaz. Este é, precisamente, o maior desafio empresarial da atualidade.
Um novo padrão de liderança empresarial
A transformação digital acelerou (especialmente nos últimos anos) as exigências impostas às direções executivas. Por isso, já não basta delegar a inovação tecnológica exclusivamente aos departamentos de TI. Os líderes empresariais devem possuir uma compreensão profunda de como a inteligência artificial pode redefinir a estratégia, otimizar processos, melhorar a tomada de decisões e gerar novas fontes de receita.
Reciclagem profissional ao ritmo ditado pela inteligência artificial
Desta forma, muitos gestores viram-se obrigados a acelerar a sua requalificação, com o objetivo de atualizar as suas competências digitais para acompanhar o ritmo imposto por inovações como a IA generativa ou as aplicações agentivas. Pois a falta de adaptação tecnológica já não representa apenas uma perda de competitividade para as empresas, mas tornou-se um fator determinante na retenção e atração de talentos executivos de primeiro nível.
A visão da EPUNTO: um ponto de viragem no talento de gestão
Esta realidade é perfeitamente palpável no dia-a-dia dos gestores de transição de direção. Patricio Gil Olmedo, Sócio-Diretor da EPUNTO Interim Management, alerta para uma tendência clara no mercado que está a redefinir os padrões de contratação na alta direção.
«Muitos gestores já não aceitam tão facilmente um cargo numa empresa que não tenha implementada ou adotada a inteligência artificial nos seus processos de negócio» — Patricio Gil Olmedo, Sócio-Diretor da EPUNTO Interim Management
«Existe uma necessidade crítica entre os altos dirigentes de se formarem e capacitarem em tudo o que diz respeito à inteligência artificial», salienta Gil Olmedo. «No meu dia-a-dia, é comum ouvir o testemunho de gestores que, após saírem de uma empresa, estão a concentrar os seus esforços na formação em inteligência artificial aplicada aos negócios. Vários deles referem-me uma decisão firme: não vão aceitar tão facilmente um cargo numa empresa que não tenha implementada ou integrada a IA nos seus processos de negócio», acrescenta o Sócio-Diretor da EPUNTO Interim Management. Um dirigente não precisa de aprender a programar inteligência artificial, mas precisa de a compreender estrategicamente para que a sua empresa não fique obsoleta.
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A recusa por parte dos quadros de gestão altamente qualificados em integrar-se em organizações que estão atrasadas na adoção da IA não é um capricho, mas sim uma nova interpretação do mercado. Esta postura responde a cinco argumentos fundamentais, segundo Patricio Gil Olmedo:
- Pressão do mercado: os Conselhos de Administração, os investidores e os clientes exigem, cada vez mais, planos de ação que integrem a IA de forma nativa no modelo de negócio.
- Visão e sobrevivência estratégica: Os gestores estão cientes de que as empresas que ignorarem a IA perderão as suas vantagens competitivas a curto prazo e terão de enfrentar sérios riscos de viabilidade.
- Eficiência operacional: A automatização inteligente e a análise preditiva de dados são pilares fundamentais para manter margens sustentáveis em contextos de incerteza.
- Tomada de decisões fundamentada: Compreender a IA permite aos líderes antecipar mudanças no mercado e fundamentar as suas estratégias com dados precisos, reduzindo a margem de erro.
- Lacuna de liderança: Os colaboradores estão a adotar a IA por conta própria (ferramentas de produtividade), e os gestores correm o risco de perder o controlo da governação e da segurança se não compreenderem quais as ferramentas que estão a ser utilizadas.
Na EPUNTO Interim Management, constatamos que os líderes do futuro — e aqueles que estão a impulsionar a mudança hoje — são aqueles que combinam a sua sólida experiência em gestão com um domínio estratégico da inteligência artificial. A questão para as empresas já não é se devem implementar a IA, mas sim se estão preparadas para atrair gestores que saibam como a liderar.
Para as organizações que procuram acelerar esta transição tecnológica com todas as garantias, é fundamental contar com uma liderança ágil e preparada.
Na EPUNTO Interim Management, facilitamos o acesso a gestores de transição altamente qualificados, prontos para orientar a mudança estratégica a partir de uma perspetiva inovadora baseada na experiência.