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Novo ambiente, novas fórmulas

Existe uma frase, "Não estamos enfrentando uma era de mudanças, mas sim uma mudança de era", que, a meu ver, descreve perfeitamente a situação atual. Suas implicações são enormes, e estamos apenas começando a vislumbrar as primeiras delas. Ninguém duvida que estamos caminhando para um ambiente em que atrair e gerir talentos melhor do que nunca será crucial.

Existe uma frase, "Não estamos enfrentando uma era de mudanças, mas sim uma mudança de era", que, a meu ver, descreve perfeitamente a situação atual. Suas implicações são enormes, e estamos apenas começando a vislumbrar as primeiras delas. Ninguém duvida que estamos caminhando para um ambiente em que atrair e gerenciar talentos melhor do que a concorrência determinará se as empresas sobreviverão ou não.

Alguns empresários já entendem isso, mas sua situação atual e/ou incerteza quanto ao futuro tornam desaconselhável sobrecarregar sua estrutura de custos fixos com novos funcionários de alto nível. Isso ocorre apesar de estarem cientes da necessidade de fortalecer a gestão de certas áreas da empresa, de empreender novos projetos ou de desejar a reinvenção e transformação necessárias de seus negócios.

O novo ambiente nos obriga a encontrar novas abordagens e a lidar com desafios e problemas de forma diferente. Um exemplo dessa nova abordagem é o papel do "Gestor Interino" (GI), que explicarei hoje.

Um Gestor Interino (GI) é um executivo (com amplo conhecimento e experiência) que presta serviços temporários a uma organização. Portanto, um GI incorpora três características principais: especialização, experiência e caráter temporário. Trata-se de uma "injeção de talento" que não gera custos fixos nem compromissos futuros, é acessível e permite que as empresas enfrentem novos projetos ou situações desafiadoras com recursos que, de outra forma, não teriam à disposição.

Existem Gerentes de Informação (GI) para todas as áreas (cada um com seu próprio perfil de conhecimento) e algumas situações típicas em que eles são necessários incluem: novos projetos, perdas repentinas (doença, falecimento, demissões, rescisões contratuais), reestruturações e reorganizações, fusões e aquisições, startups e diversas situações de crise.

Assim como consultores, eles trazem perspectivas inovadoras baseadas em seu conhecimento de diferentes organizações e culturas corporativas. Seriam os Gestores Interinos, portanto, um tipo de consultor? Absolutamente não. A diferença reside no fato de que os Gestores Interinos executam ações; eles "lideram e fazem acontecer". Eles não apenas analisam, diagnosticam e elaboram um plano de ação; eles também o implementam.

Não há dúvida de que o “Interim Management"Esta é uma nova abordagem para enfrentar desafios e encontrar soluções diferentes. Não se esqueça de que esta abordagem existe quando você precisa de uma 'injeção temporária de talento'."

Fernando BurgosGerente Interinonovas fórmulasnovo ambiente